A vida dos portadores de necessidades especiais na sociedade (Fatos)

Mais um artigo que estou escrevendo para mostrar a vida dos portadores de necessidades especiais na sociedade e como podemos ajudar. Se você deseja ajudar leia até o final e compartilhe para ajudar.

Portadores de necessidades especiais na sociedade

As Deficiências

Esse Decreto também define as seguintes categorias:

    • Deficiência Auditiva: “Perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando em graus e níveis”
  • Segundo o decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, a deficiência auditiva é uma “perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando em graus e níveis”. Há diferentes tipos de perda auditiva. Com base no trabalho de Roeser & Downs, Martinez (2000), é possível classificar a pessoa com deficiência de acordo com seu grau de perda auditiva, avaliada em decibéis.

    A surdez manifesta-se como leve quando a perda varia de 26 a 40 dB, moderada entre 41 e 55 dB, moderadamente severa entre 56 e 70 dB e severa entre 70 e 90 dB.

    Quando a perda é maior, existe uma deficiência auditiva profunda que impede o indivíduo de ouvir a voz humana e adquirir, espontaneamente, o código da modalidade oral da língua, mesmo com o uso de prótese auditiva.

    O que é audiometria?

    Existem limites de intensidade do estímulo físico fora dos quais é impossível escutar. Observa-se o mesmo no que se refere à altura ou frequência dos sons.

    O que é audiograma?

    O exame de grande número de pessoas normais do ponto de vista auditivo e com idade compreendida entre 18 e 25 anos permite determinar as curvas do limiar de audição normal e do limiar de audição intolerável normal. A área compreendida entre as curvas dos limiares de audição e de audição intolerável representa a “área de audição”.

    • Deficiência Visual: “Acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho, após a melhor correção, campo visual inferior a 20, ou ocorrência simultânea de ambas as situações”;
  • Deficiência visual: 

    Segundo a American Foundation for the Blind (1961), a definição de deficiência visual é quantitativa. É considerada cegueira a acuidade visual de 6/60 ou menos no melhor olho com correção apropriada, e uma restrição do campo visual menor que 20 graus, caracterizando a “visão de túnel” (6/60 significa que a pessoa precisa de uma distância de seis metros para ler o que normalmente se leria a sessenta metros).
    Ela tem acuidade visual inferior a 10 graus de seu ponto de fixação (20/200 a 20/70 pés no melhor olho após correção máxima) mas, apesar disso, utiliza ou é possivelmente capaz de utilizar a visão para o planejamento e a execução de uma tarefa. Informações da Sociedade Brasileira de Visão Subnormal

    • Deficiência Mental: “Funcionamento intelectual geral significativamente abaixo da média, oriundo do período de desenvolvimento, concomitante com limitações associadas a duas ou mais áreas da conduta adaptativa ou da capacidade do indivíduo em responder adequadamente às demandas da sociedade”;
  • Deficiência Mental: São vários os tipos de deficiência mental. Não se deve confundir a doença mental com a deficiência mental

    Segundo a definição adotada pela AAMR (American Association of Mental RetardationAssociação Americana de Deficiência Mental, a deficiência mental é um “funcionamento intelectual significativamente abaixo da média, coexistindo com limitações relativas a duas ou mais das seguintes áreas de habilidades adaptativas: comunicação, auto-cuidado, habilidades sociais, participação familiar e comunitária, autonomia, saúde e segurança, funcionalidade acadêmica, de lazer e trabalho. Manifesta-se antes dos dezoito anos de idade.”

    Qual a diferença entre doença mental e deficiência mental?

    Devemos enfatizar que o portador de deficiência mental não tem alterada a percepção de si mesmo e da realidade, e é, portanto, capaz de decidir o que é melhor para ele. Quando a percepção encontra-se alterada, a condição é denominada doença mental, tratando-se de um quadro totalmente diferente da deficiência mental, mesmo apesar do fato de que 20 a 30% dos deficientes mentais apresentem associação com algum tipo de doença mental, como a síndrome do pânico, depressão, esquizofrenia, entre outras. Doenças mentais, que podem e devem ser tratadas, afetam o desempenho dos indivíduos, pois prejudicam, primariamente, outras áreas do funcionamento, que não a inteligência, como, por exemplo, a capacidade de concentração e o humor.

  • Múltipla Deficiência: “Não há barreiras que o ser humano não possa transpor.”Segundo a Profa. Dra. Lígia A. Amaral, as pessoas portadoras de deficiência múltipla são aquelas afetadas em duas ou mais áreas, caracterizando uma associação entre diferentes deficiências, com possibilidades bastante amplas de combinações. Dois exemplos seriam os portadores de surdo-cegueira e os portadores de deficiência mental e física ao mesmo tempo.

Possibilidade e condição da pessoa com deficiência ter acesso seguro e com autonomia nos espaços, transporte e meios de comunicação

* Serviços de comunicação – telefones adaptados, legenda oculta (close caption) e selos de identificação

* Serviços de transporte – veículos adaptados, carteira de habilitação especial, transporte aéreo, passe-livre e isenção de impostos

* Cartões de estacionamento para pessoas com deficiência – autorização especial para estacionamento de veículos em vagas para portadores de deficiência física

* Cão-guia

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Decreto para os portadores de necessidades especiais na sociedade

* Decreto n° 5296, de 02 de dezembro de 2004
Regulamenta as Leis n°s 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade.

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O artigo 2 da Lei N.°10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, traz a seguinte definição:

Como ajudar pessoas com necessidades especiais – Leitura Selecionada

* Os ambientes hospitalares e sua adequação ao conceito de desenho universal – Trabalho sobre acessibilidade de hospitais para pessoas com deficiência visual

* Guia ensina a adaptar calçadas para deficientes físicos – Publicação incentiva ruas acessíveis a todos

* Pelas ruas esburacadas – Antropóloga descobre carinho e indiferença com deficientes

* Juízes, Cavaletes e Direitos – Autor reforça decisão da Justiça da Bahia na busca de acessibilidade nas transportes interestaduais

* Buffet Touché: adaptado para pessoas com deficiência – Buffet em São Paulo possui brinquedos e banheiro adaptados, equipe de monitoria treinada e rampas de acesso

* Grupo guia cegos em atividades radicais – Casal já levou deficientes para fazer mergulho, “rafting” e corrida de aventura

* Lançado site para inclusão de deficiente físico aventureiro – Intuito é conscientizar empresários da indústria do turismo a adaptarem atividades e estabelecimentos

* Oito dicas para pessoas com deficiência física viajarem – Aproveita as recomendações e faça as malas

* Em defesa de uma arquitetura sem barreiras – Moção aprovada no 13º Congresso Brasileiro de Arquitetos, realizado em dezembro de 1991

* Plenário aprova MP de isenção de IPI para veículos – Projeto de lei concede isenção total de IPI para deficientes físicos e visuais

* Vaga exclusiva: só para deficientes… de verdade – O repórter Márcio Canuto está de olho nos espertinhos que costumam desrespeitar a lei

* Hotel cinco estrelas não possui apartamentos adaptados – Luiz Baggio Neto solicita esclarecimento à Embratur

* Férias para mim também! – As melhores condições de turismo para o deficiente estão no exterior, mas há
muito o que fazer por aqui

* Acessibilidade: Diretriz para a Inclusão – A eliminação de barreiras possibilita aos portadores de deficiência agirem na sociedade.

“A exclusão digital aprofunda a exclusão sócio-econômica. Toda a população deve ter garantido o direito de acesso ao mundo digital, tanto no âmbito técnico/físico (sensibilização, contato e uso básico) quanto intelectual (educação, formação, geração de conhecimento, participação e criação)” – Premissas Gerais sobre Inclusão Digital do “Governo Eletrônico”.

Aspectos de acessibilidade em páginas Web consideram a variedade de contextos de interação que podem estar relacionados a diversos tipos de deficiência dos usuários. Muitas vezes o usuário pode se encontrar nas
seguintes situações:

  • Pode não ser capaz de ver, ouvir, se mover ou processar certos tipos de informação;
  • Pode ter dificuldade de ler ou compreender texto;
  • Pode não ser capaz de operar o teclado ou o mouse;
  • Pode não entender com fluência a linguagem do documento;
  • Pode estar em uma situação onde o uso dos olhos, dos ouvidos ou das mãos podem estar comprometidas executando outra função que não a operação do browser;

Uma página que atenda às recomendações de acessibilidade poderá ser apresentada sem prejuízos tanto para usuários com computadores comuns como para usuários que estejam interagindo a partir de um sintetizador de voz, de um mostrador em braille ou sem um monitor de vídeo.

  • Recomendações do W3C – World Wide Web Consortium
    As recomendações do W3C tratam principalmente da criação de páginas que garantam que seu conteúdo continuará acessível independente de limitações de versão de browser, de tecnologias ou das limitações impostas pela deficiência do usuário. Tornar o conteúdo compreensível e navegável significa tanto manter a linguagem clara e simples quanto oferecer mecanismos que facilitem a navegação entre as páginas e a compreensão da relação entre os elementos de uma mesma página.

Agora que você conheceu um pouco mais do mundo dos portadores de necessidades especiais na sociedade compartilhe.

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