Pirâmide alimentar na infância: Grupos de alimentos para cada fase

Quer saber como cuidar para que o seu filho tenha todos os nutrientes essenciais para o seu bom desenvolvimento? Conheça a pirâmide alimentar na infância!

Acertar na escolha dos alimentos para garantir o bom desenvolvimento do seu filho é possível e aqui você vai conhecer quais os alimentos e quantidades adequadas. Confira!

Como combinar os grupos de alimentos na proporção ideal

Cada faixa etária necessita de uma quantidade de nutrientes e como ela varia, você precisa conhecer a pirâmide alimentar na infância.

Você já deve ter ouvido dizer que quanto mais colorido o prato for, mais saudável será. Conforme o Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Pediatria, existe uma quantidade diária de cada grupo de alimento mais adequada para cada faixa etária.

E seguindo a pirâmide alimentar, você pode combinar os grupos de alimentos na quantidade ideal para o seu filho.

Por exemplo, os nutrientes que compõem a pirâmide alimentar na infância são: carboidratos, frutas, hortaliças, leguminosas, carnes e ovos, leite e derivados, açúcares e doces e óleos e gorduras.

Mas a porção diária muda conforme a faixa etária:

  • 6 a 11 meses: os bebês devem consumir 3 porções de hortaliças, frutas e carboidratos, enquanto 1 de leguminosas, 2 carnes e ovos e óleo e gorduras, leite materno (ou fórmula infantil) e nada de açúcar;
  • 1 a 3 anos: nessa faixa etária são 5 porções de carboidratos, 4 frutas, 3 hortaliças e leite e derivados, 2 de carnes e ovos e óleos e gorduras e 1 porção de leguminosas e açúcar e doces;
  • 4 a 10 anos: para essa faixa etária são 5 porções de carboidratos, 3 de frutas, leite e derivados e hortaliças, 2 de carnes e ovos e 1 leguminosas, açúcar e doces e óleos e gorduras.

É importante saber que a quantidade de alimentos que corresponde a uma porção é:

  • Carboidratos: 1 batata cozida, 3 biscoitos de leite, ½ pão francês ou 2 colheres de arroz branco.
  • Leguminosas: 1 colher (sopa) de feijão cozido, grão de bico ou ervilha seca.
  • Hortaliças: 2 colheres (sopa) de abobrinha ou 8 folhas de alface.
  • Frutas: 1 kiwi, ½ banana nanica ou 4 gomos de laranja.
  • Leite e derivados: 3 fatias de mussarela, 1 xícara de chá de leite fluído ou 1 pote de bebida láctea.
  • Açúcar e doces: 1 colher (sopa) açúcar refinado ou 2 colheres de sobremesa de geleia.
  • Carnes e ovos: omelete simples, filé de frango ou ½ bife bovino.
  • Óleos e gorduras: 1 colher (sobremesa) de óleo de soja, azeite de oliva, de canola ou manteiga.

Como montar uma pirâmide alimentar saudável

Se mesmo com essas informações, você não conseguir montar uma pirâmide alimentar para seu filho, procure ajuda de um nutricionista para oferecer um cardápio diário saudável ao seu filho.

Hoje, os planos de saúde oferecem profissionais experientes e é muito fácil e rápido agendar uma consulta se você contar com um plano de saúde pessoa física ou através da sua empresa.

Caso dependa do sistema público, converse com o pediatra do seu filho para um encaminhamento.

Lembre-se de que uma boa alimentação na infância garante mais saúde para a vida toda.

Por: Andréia Silveira, colaboradora do site PlanodeSaudeNota10.

Nutrição

Nos dias de hoje é muito falado a importância de se ter uma boa alimentação, tanto para obter boa forma física, quanto saúde, prevenindo e combatendo doenças. Porém, com a vida moderna as pessoas, cada vez mais, perdem suas referências alimentares, procurando alimentos práticos e que apenas saciam sua fome, sem pensar como estes podem interferir na sua saúde.

Vemos também, um grande apelo da indústria de alimentos, que colocam novidades todos os dias no mercado, muitas vezes parecendo boa opção, pois oferecem praticidade.

No entanto, muitos destes alimentos são ricos em conservantes químicos, sal, corantes, gordura vegetal hidrogenada entre outras substâncias nocivas ao organismo.

Além disso, na busca pelo corpo perfeito, as pessoas acabam se submetendo à dietas milagrosas, que restringem algum nutriente, ou são extremamente hipocalóricas. Estas, por sua vez, podem até funcionar num primeiro momento, mas acabam diminuindo ainda mais o metabolismo, o que além de contribuir para retornar ao peso inicial, dificulta a perda de peso posteriormente. Assim, para atingir um peso ideal e se manter nele, devem ser preferidas as dietas balanceadas, prescritas por um nutricionista, em conjunto com a prática de atividade física, obtendo assim mais saúde e equilíbrio.

Logo, a sociedade deve perceber que cada vez mais é necessário o resgate da alimentação, preferindo alimentos in natura, como frutas, verduras, legumes, grãos e cereais, leguminosas, entre outros e deixando de lado os industrializados, tais como biscoitos, congelados, doces, sorvetes e etc. Outro ponto a ser considerado é que nenhum alimento deve ser encarado como um vilão, pois se consumido moderadamente não trará malefício algum a saúde. O problema está na ingestão excessiva.

Dicas para uma alimentação balanceada:

– Os alimentos energéticos devem estar presentes em quantidades maiores na alimentação (60% do valor calórico total), pois fornecem carboidratos, o combustível preferencial utilizado pelo organismo.
Ex: cereais e pães.

– Verduras, legumes e frutas, devem estar em boa quantidade (5 a 6 porções/dia), pois são fontes de vitaminas e minerais, elementos indispensáveis para o bom funcionamento do organismo.

– Carnes (2 porções/dia – 15 a 20% do valor calórico total) fornecem proteínas que atuam na construção e regeneração de tecidos e são fornecedoras também de energia, porém devem estar em menor quantidade que os carboidratos.

– Açúcares simples e gorduras (20 a 25% do valor calórico total) devem ser consumidos em quantidades mínimas. Deve-se preferir gorduras de origem vegetal, que protegem o coração contra doenças cardiovasculares e aumentam o bom colesterol, porém nunca devem ser aquecidos. Não se pode esquecer que as gorduras também são essenciais ao bom funcionamento do organismo, porém deve-se ficar atento à sua qualidade. As frituras e gorduras de origem animal devem ser evitadas, pois aumentam o colesterol ruim e o risco de doenças cardiovasculares.

Ex: gordura “boa”: óleos vegetais (azeite extra virgem), sementes oleaginosas (castanha, nozes, amêndoas…).

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