A dieta paleolítica alimentos permitidos – Um estilo de vida

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Muitas pessoas me pedem mais informações sobre a dieta paleolítica alimentos permitidos, principalmente depois de verem alguns resultados postados na internet. Sempre respondo que, primeiro de tudo, eu considero o estilo paleo de nutrição uma dieta no sentido correto dessa palavra, que significa hábitos alimentares.

Existem diversas pessoas perguntando como fazer a dieta paleolítica após após uma reportagem sobre a dieta paleolítica revista época. Não é um regime comum, em que se faz restrições por um tempo determinado, até alcançar o objetivo inicial e então tudo volta a ser como era antes – muitas vezes, o peso inclusive. É uma mudança de paradigmas, que exige muito mais do que apenas riscar alguns alimentos da sua lista de consumo, exige também a aceitação de alguns conceitos novos, os quais não estamos acostumados a concordar.

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Dieta paleolítica alimentos permitidos

A filosofia primal começa pela afirmação de que há algo errado com nossa sociedade atual doente, obesa, diabética, cardíaca e estressada. No cerne disso tudo, está aquilo que nós permite ser humanos: a alimentação.

Se nossos ancestrais primatas não possuíam doenças degenerativas, não morriam do coração com frequência, eram atléticos e dispostos, a explicação está em todo contexto de rotina deles, ativo, de vida ao ar livre e, é claro, com uma alimentação de fato balanceada por ingredientes cujos nosso corpo foi programado ao longo da evolução para receber e usar da melhor maneira possível.

Sendo assim, a dieta paleolítica alimentos permitidos tem como principais fontes energéticas as carnes (de boi, frango, porco, jacaré, peixe, mariscos…), o ovo e as gorduras.

Para os estudiosos e entusiastas do assunto, os vilões da modernidade são o açúcar, os grãos e os alimentos processados. A agricultura como um todo é uma prática recente na história da humanidade e representa uma fonte barata de calorias, porém o glúten presente na maioria dos grãos é prejudicial à saúde por conter toxinas irritadiças do trato digestivo e relacionadas a doenças como depressão, enxaqueca e déficit de atenção.

O glúten é uma proteína sem valor calórico ou nutricional e a eliminação de seu consumo causa benefícios visíveis em poucos dias na maioria das pessoas.

Pães, bolos e massas são, basicamente, carboidratos. Esse macronutriente tem ingestão controlada no estilo primal de vida porque, em nosso passado, os carboidratos eram escassos e não representavam a maior parcela de ingestão energética do nosso corpo, como acontece hoje.

Nosso corpo é capaz de sintetizar todos os carboidratos de que necessita a partir das gorduras e proteínas consumidas. Por sua vez, alguns ácidos graxos e aminoácidos essenciais não são sintetizados por nosso corpo, apenas sendo conseguidos por meio da alimentação.

O seu cérebro funciona perfeitamente com uma dieta pobre em carboidratos, pois o corpo PRODUZ a glicose usada por ele, mas sem gorduras e proteínas, sua produção hormonal e manutenção da massa muscular ficam totalmente prejudicadas.

O açúcar é um ponto comum acredito que em todos os estudos. Mas vale lembrar que açúcar não necessariamente precisa ser doce. Na dieta paleolítica alimentos permitidos, o pulo do gato é tentar não dar picos de insulina no corpo por meio da ingestão de alimentos com altar carga glicêmica.

O amido, por exemplo, é um tipo de açúcar complexo. No nosso corpo, ele vira glicose. Outros exemplos são a maltose, a lactose e a frutose. Por isso, cervejas e leite devem ser evitados. Frutas, apenas com moderação, e sempre lembrando que uma fruta não é igual à outra!

Uma banana tem muito mais açúcar do que vários morangos. Derivados do leite, como iogurte (natural, caseiro e integral), queijos amarelos e creme de leite podem ser consumidos por quem não apresenta intolerância à laticínios, apesar de não fazerem parte da dieta comum do paleolítico, pois são uma opção boa da modernidade.

Sobre os processados, acredito que estarei chovendo no molhado caso faça uma ladainha a respeito dos malefícios de tê-los como base da dieta. São tantos aditivos, conservantes, gomas espessantes, emulsificantes e ingredientes que jamais conseguiríamos fazer em casa que dá medo.

De vez em quando um presunto, uma salsicha, na hora que bater o desespero? Ok. Mas nunca usando esses alimentos como fonte principal de energia.

Resumindo a dieta paleolítica alimentos permitidos

A Bruna e o Caio, do Primal Brasil, traduziram essa nova pirâmide alimentar publicada no site de Mark Sisson, um americano autor de diversas publicações sobre o estilo de vida paleolítico. Aqui, você encontra um manual básico para começar a entender melhor a paleo diet.

Base: Carne, peixe, aves e ovos. A maioria das calorias da dieta: gordura saturada (energia, sacia as células e melhora o funcionamento hormonal) e proteína (constrói massa muscular). Ênfase nas carnes orgânicas, alimentadas a pasto e certificadas.

Abundantemente: Vegetais. Dê preferência aos que forem produzidos localmente ou comprovadamente orgânicos. Adicionam sabor, nutrientes, anti-oxidantes e fibras à alimentação.

Complementos: Gorduras saudáveis. Gorduras animais, manteiga e óleo de coco (para cozinhar). Abacate, produtos do coco, azeitonas e azeite de oliva, macadâmias (para consumir).

Moderadamente: Frutas. Produzidas localmente, da estação e com alto teor de anti-oxidantes (berries como morangos, mirtilo, framboesa, açaí não processado, etc. e frutas sem caroço, como maçã, pera, laranjas etc.) Derivados do leite com alto teor de gordura.

Cru, fermentado e não pasteurizado. Tubérculos e arroz selvagem: Opção de carboidratos para atletas. Outras nozes, sementes e manteigas de nozes: Boa opção para lanches.

Para temperar: Ervas, pimentas e extratos. Alto valor nutricional e anti-oxidante.

Indulgências: Vinho tinto e chocolate amargo (70% cacau ou mais, sem glúten).

Suplementos: Multivitamínicos e minerais, Omega 3, probióticos e proteína em pó.

E, pra finalizar esse imenso post, coloco aqui uma lista de melhorias imediatas que a dieta paleolítica alimentos permitidos trará à sua vida (alguns já comprovados em estudos científicos):

  • Perda de gordura sem sentir fome.
  • Fim da compulsão por doces e carboidratos.
  • Controle do apetite
  • Prevenção de doenças cardíacas, auto-imunes, diabetes, artrite, câncer, hipertensão, obesidade.
  • Tratamento natural contra depressão, hipoglicemia, diabetes, pressão alta e obesidade.
  • Melhora da disposição.
  • Melhora da capacidade cardiorrespiratória e aumento de massa magra.
  • Não precisa contar calorias: é muito difícil comer calorias demais vindas de gorduras e proteínas, supersaciantes.
  • Controle da glicose sanguínea.
  • Estabilização do sistema hormonal.
  • Nada de sono pós-almoço, pelo contrário: você fica alerta e melhora sua capacidade cognitiva.
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