Do imaginário aos laboratórios a babosa na comunidade científica. Surgiram muitos textos científicos sobre a babosa em todas as partes do mundo depois do enquadramento taxonômico oficial da Aloe Barbadensis Miller e a sua catalogação por Carl Linné no ano de 1700 DC.

plantação aloe 150x150 Evidências Científicas da Babosa A babosa parece que encontrou o seu uso médico desde tempos imemoriais. E desde o início da era cristã ela foi o remédio mais utilizado.

Em 1912 H.W. Johstone um fazendeiro de Kentuchy observou com surpresa os poderes da babosa para curar queimaduras de pele de alguns empregados seus os quais foram vítimas de um incêndio em sua propriedade.

Em 1934 surgiram as primeiras publicações médicas nos Estados Unidos dos autores Creston Collins e o seu filho.

Em 1945 o oftalmologista Vladimir Filatov da então União Soviética informou que o suco fervido da babosa fora eficaz no tratamento de uma doença da pele causada por parasitas.

Em 1947 o médico T.C. Barnes do colégio Médico e Hospitalar Hahneunan da Filadélfia relatou que a babosa era indicada para lesões cutâneas sendo resultado obtido um terço mais rápido.

Em 1950 o médico R.Y Gottschall experimentou com relativo sucesso a cura de tuberculose com suco de babosa.

Os médicos soviéticos N. Nordvinov e B. Tostotsky relataram em 1957 que a babosa aliviava queimaduras por radiação reduzindo o tempo de cura de até no máximo 45 dias.

Em 1959 a Foods and Drugs American admitiu a eficácia da pomada à base da babosa como um agente regenerador de células da pele.

No final dos anos 50 o médico Bill C. Coats da universidade do Texas que estudava a babosa por muitos anos conseguiu desenvolver uma versão estabilizada da sua polpa fresca o gel.

Foi relatado o seguinte em 1963: Mais de 200 pesquisas científicas e publicações em âmbito mundial foram produzidas sobre os efeitos positivos da babosa.

Em 1963 os Médicos Julian J. Blitz,  James W. Smith e Jack R. Geraldo  fizeram uma emulsão da seiva e do gel da babosa misturada com óleos essenciais e a aplicaram para tratar úlceras pépticas.

No ano de 1969 o dentista Eugene Zimmerman do Baylor College Of Dentistry realizou um estudo sobre o uso da babosa para tratar questões da medicina dentária e o seu potencial antiviral e concluiu pela eficácia da sua ação anti inflamatória contra uma ampla grama de microorganismos.

Em 1973 os médicos egípicios M. El Zawahry, Rashad M. Hegazy M. Helal da cidade de Cairo utilizaram uma combinação de seiva e gel da babosa e relataram bons resultados para tratamentos de seborréia, acne, úlceras crônicas das pernas e queda de cabelo.

Em 1980 Bill Wolfe médico de Albuquerque novo México constatou eficácia do gel da babosa para o tratamento do herpes concluindo que alivia dores.

Em 1978 durante o Congresso da Internacional Federation of Cosmetery Science em Tóquio a babosa foi apresentada como um insumo válido para uso cosmético.

Em 1981 foi criado o International Aloe Science Council IASC conselho Internacional da Ciência da Aloe uma organização sem fins lucrativos dedicada ao monitoramento de todas as atividades industriais técnicas comerciais e de pesquisas científica sobre a babosa.

Em 1984 os médicos O. P. Agarwal e Utar Pradesh na Índia relatam que a babosa praticamente eliminou doenças cardíacas relacionadas ao estresse e diabetes em mais de 4.700 dos 5000 pacientes acompanhados por 5 anos.

Em 1986 N.V. Gribel e V.G. Pashinskii mostraram experimentalmente  que o suco da babosa reduziu o tamanho de tumores e a frequência de metástase em camundongos.

 O médicos Robert H. Davis do College of Podiatric da universidade da Pensilvânia na década de 70 considera que a planta contém maior número de substâncias ativas do que qualquer outra.

Em 1985 os médicos H. Reginald McDaniel e Bill McAnal-ley isolaram o acemannan que detém elevadas propriedades nativirais e anti inflamatórias.

Em 1986 médicos do Departamento de medicina da King Saud University da Arábia Saudita  declaram que a seiva seca da babosa fora usada na Peninsula Arábica com o propósito de baixar a glicemia em pacientes diabéticos.

Em 1989 pesquisadores japoneses de Okinawa identificaram agentes antitumorais na babosa concluiram que a planta possui eficácia contra carcinogênese pulmonar e para terapia da leucemia e da sarcoma ao impedir o desenvolvimento dos tumores.

  Em 1994 a Food And Drug Administration aprovou realização de testes da babosa em humanos contra o vírus da deficiênciaimune VIH que provoca a AIDS.

Em 1997 o pesquisador Jeremiah Herlihy conduziu estudos para observar possíveis efeitos negativos do consumo diário da babosa por ratos. 

Um pesquisador que mais publicou no fim dos anos 90 foi o médico britânico Lawrence G. Plaskett.

Em 2002 Ian Tzard da Texas A & M University publicou: Exame da cura misteriosa da babosa.

Em 2004 o Institute for Generative Medicine da University of Pittsburgh publicou: Fluído derivado da planta da babosa prolonga a vida após choque hemorrágico animal.

Em 2004 a ProQuest Information and Learning Company divulgou estudos sobre Fluído da babosa para ajudar a sobrevivência evitando a perda de sangue podendo salvar vidas de pacientes que sofrem perda sanguínea causada por traumas.

No ano de 2005 Sivagnanam Rajasekaram et alii publicaram: Efeitos modulatórios do gel da folha da babosa em tratamento de estresse oxidativo em ratos com estreptozootocina na revista Pharmacy & Pharmacology.   

Muitas das informações postadas obtidas em livros sobre Aloe Vera ou Babosa. Um que indico é Eficácia da Babosa.

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